Bruxaria e feitiçaria são palavras que assustam muita gente, e não é por acaso: na internet encontram-se anúncios a prometer “separar casais”, “castigar amantes” ou “fazer sofrer quem o fez sofrer”. Não é isso que encontra aqui. A D.ª Maria Alves trabalha com rituais firmes de tradição antiga, reservados a situações amorosas que precisam de mais força do que um trabalho simples, e fá-lo com regras claras sobre o que faz e o que recusa fazer.
A bruxaria na tradição portuguesa
Portugal tem uma longa história de bruxaria popular. Durante séculos, em aldeias do Minho a Trás-os-Montes, das Beiras ao Alentejo, as chamadas mulheres de virtude, benzedeiras e curandeiras recorriam a rezas, sal, azeite, ervas, velas e fitas para tratar do mau-olhado, proteger a casa e resolver questões de amor. Muitas destas práticas foram perseguidas, outras sobreviveram passadas de mãe para filha, em segredo.
Nesta tradição, a palavra “bruxaria” nunca quis dizer apenas fazer o mal. Significava, sobretudo, saber mexer com as forças invisíveis: para unir, para desfazer, para proteger. É desta raiz que vêm os rituais que a D.ª Maria Alves utiliza nos casos mais difíceis.
Bruxaria não é o mesmo que magia negra
A expressão “bruxaria negra” é muito procurada, mas costuma ser mal entendida. Há quem a use para descrever trabalhos destinados a destruir, adoecer ou vingar. A D.ª Maria Alves usa rituais de maior intensidade, mas não trabalha para provocar sofrimento. A diferença não está na força do ritual; está na intenção com que é feito.
O que a D.ª Maria Alves faz e o que não faz
Faz
- Rituais firmes de união para casais separados há muito tempo;
- Afastamento de rival: afastar uma terceira pessoa que interfere na relação;
- Quebra de resistências: suavizar orgulho, frieza ou influências de terceiros;
- Proteção reforçada do casal contra invejas e trabalhos feitos.
Não faz
- Trabalhos para provocar doença, acidentes, morte ou sofrimento a ninguém;
- Trabalhos contra filhos, famílias ou a saúde de terceiros;
- Vinganças, castigos ou “pragas”;
- Trabalhos para prender alguém numa relação de violência ou de controlo.
Se procura um destes últimos, a D.ª Maria Alves vai dizer-lhe que não, com toda a franqueza.
Afastamento de rival: como funciona
É o motivo mais comum para alguém procurar este tipo de trabalho. A pessoa amada começou uma nova relação, anda dividida entre duas pessoas ou há alguém que se mete constantemente entre o casal. O afastamento de rival procura enfraquecer o laço entre a pessoa amada e a terceira pessoa, fazendo com que se afastem naturalmente: menos interesse, mais desentendimentos, menos vontade de estar juntos.
Este ritual é feito sem desejar mal à pessoa afastada. Não se pede que adoeça, que sofra ou que lhe aconteça algo. Pede-se apenas que siga o seu próprio caminho, longe do casal. Na maioria dos casos, o afastamento é combinado com uma amarração amorosa, para que, ao mesmo tempo que a terceira pessoa se afasta, o laço entre os dois se fortaleça. Se já estão separados, pode ser combinado com o trabalho para a volta do ex.
Quando é indicada a bruxaria e feitiçaria
- Separações antigas, em que o laço está muito enfraquecido;
- Uma terceira pessoa muito presente e com influência forte;
- A pessoa amada sob pressão da família ou de amigos contra a relação;
- Outros trabalhos mais suaves não trouxeram mudanças;
- Suspeita de que alguém fez um trabalho para separar o casal.
Em muitos casos, porém, não é preciso tanta força. Um casal que ainda está junto mas anda distante responde bem à magia branca do amor. E, quando existe um trabalho feito contra si, o primeiro passo é o desmanche de bruxarias, antes de qualquer ritual de união.
Como é feito o trabalho
- Análise do caso: tudo começa com uma consulta espiritual pelo WhatsApp, gratuita, onde conta a sua história.
- Decisão responsável: a D.ª Maria Alves só propõe rituais de maior intensidade quando entende que são realmente necessários. Se um trabalho mais simples servir, é esse que propõe.
- Preparação: limpeza e abertura, para que o trabalho encontre o caminho livre.
- Ritual: feito no altar, à distância, com os nomes completos, as datas de nascimento e, se possível, as fotografias.
- Acompanhamento: vai dando notícias e recebe orientação até ao fim.
O que precisa de enviar
- O nome completo da pessoa amada e o seu;
- As datas de nascimento, se souber;
- No afastamento de rival, o nome da terceira pessoa, se o conhecer;
- Fotografias, se tiver (ajudam, mas não são obrigatórias).
Não precisa de roupa, cabelo nem objetos pessoais, nem de estar presente. Tudo é tratado com total discrição: ninguém fica a saber do trabalho.
Outros trabalhos de tradição firme
A bruxaria de tradição portuguesa não é a única linha para casos difíceis. Consoante a situação e a sua preferência, a D.ª Maria Alves pode indicar a amarração de vodu, feita com um boneco de pano que representa a pessoa amada, ou trabalhos de macumba para o amor, inspirados nas tradições afro-brasileiras. Tudo é explicado antes, para que saiba exatamente o que vai ser feito.
É perigoso?
O perigo verdadeiro está em quem faz estes trabalhos sem experiência, sem ética ou com o único objetivo de tirar dinheiro. Há quem assuste os clientes com “trabalhos que se viram contra si” para pedir pagamentos extra a meio do processo. Com a D.ª Maria Alves, o valor total é dito antes de começar e não há pedidos-surpresa. Leia mais sobre riscos e cuidados em a amarração amorosa é perigosa?
Os resultados variam de caso para caso. Um ritual mais firme não significa um resultado garantido nem mais rápido; significa um trabalho adequado a uma situação mais difícil.